O trabalho começa a fluir melhor.
Processos, decisões e responsabilidades ficam mais claros. Ruídos diminuem. O que estava travado começa a avançar.
enquanto desenvolvemos a capacidade da sua empresa de resolver os próximos.
A Norris entra na realidade da operação, conecta pessoas, processos e sistemas e constrói, junto com quem conhece o negócio, soluções que geram resultado e fazem sentido para aquela realidade.
Esses são os motivos pelos quais somos chamados.
Mas eles contam apenas uma parte da história.
Conexões
Uma empresa pode ter boas pessoas, bons sistemas e processos bem desenhados e, ainda assim, operar mal. O problema muitas vezes não está em nenhuma dessas partes isoladamente, mas na relação entre elas:
Acreditamos que cada operação é uma rede de conexões entre pessoas, processos e sistemas, inseridos em uma lógica de funcionamento muito particular de cada empresa.
A essa lógica a gente chama de cultura.
Por isso, entramos no seu negócio para entender como o trabalho realmente acontece e o potencial de melhoria.
O nosso jeito de fazer
Quem vive o negócio traz contexto, história e um conhecimento que nenhuma consultoria substitui. A Norris entra com olhar de fora, método, repertório e novas perguntas.
Em vez de implantar uma solução pronta, construímos
junto com quem vai vivê-la.
É isso que faz a mudança ganhar sentido, adesão e condições para continuar depois que saímos.
Enquanto mergulhamos na realidade, já conectamos pessoas, destravamos conversas, identificamos oportunidades e colocamos em prática o que está claro. O que exige mais profundidade continua sendo trabalhado enquanto a empresa segue operando.
Entrevistas, conversas e workshops, além de diagnosticar, nos possibilitam criar em conjunto, abrir portas para novos questionamentos, decisões e possibilidades de ações.
A prioridade do negócio orienta o trabalho. Quando ela está clara, começamos por aí. Quando não está, ajudamos a construí-la.
Processos, decisões e responsabilidades ficam mais claros. Ruídos diminuem. O que estava travado começa a avançar.
Perspectivas antes separadas entram na mesma conversa. O time entende melhor as conexões do problema e consegue agir sobre elas.
Mais velocidade, eficiência, capacidade de entrega, qualidade das decisões e impacto nos indicadores que importam para o negócio.
Nossos números
Comercial
9
projetos corporativos nasceram do redesenho da jornada do cliente.
Atendimento
72h → 1h
de redução no tempo de primeira resposta ao cliente.
RH
18%
de economia nos pagamentos de premiações, com mais controle sobre os critérios.
Ao participar da investigação, das escolhas, da construção e dos ajustes, a organização também aprende como transformar melhor. Essa habilidade se desenvolve durante o trabalho e fica para o que vier depois.
Chamamos isso de
Capacidade Evolutiva.
Pode ser um desafio que já está claro, ou uma prioridade que ainda precisa ganhar clareza.
Vamos conversar →Caso 01
De até 3 dias para
cerca de 1 hora de resposta.
Caso 02
O projeto começou pela área comercial.
A resposta atravessou toda a jornada do cliente.
Caso 03
O projeto começou pela escolha de um sistema.
A transformação foi muito maior.
Conte
o que está acontecendo.
A gente começa entendendo o desafio com você.
Nos chamaram porque
“Levamos até 3 dias para responder um cliente.”
Precisamos ganhar velocidade, melhorar a experiência do cliente sem aumentar a equipe.
Mas, ao entrar na operação
Por trás da demora estavam quatro coisas.
Era preciso mudar a forma como o trabalho acontecia.
E o nó estava aqui
Atendimento, dados e gestão funcionavam desconectados.
A equipe precisava de muito esforço para resolver as demandas básicas do dia a dia, não havia tempo nem espaço para transformar o que acontecia no atendimento em informação, identificar padrões e melhorar a própria operação.
Então construímos
Papéis, processos e sistema reorganizados, uma frente de inteligência para ler os dados e uma rotina semanal de melhoria.
O que acontecia com os clientes passou a alimentar as decisões sobre o que precisava mudar na operação.
E o que mudou foi
1h
de tempo de resposta ao cliente, que antes chegava a 3 dias.
4h
de tempo médio para resolver o chamado.
95
de NPS na experiência do cliente.
0
novas contratações: a melhoria veio da reorganização da operação.
No fim, o que ficou
“Além de uma operação mais rápida, ficou uma equipe mais capaz de enxergar o próprio desempenho, usar dados para tomar decisões e melhorar continuamente a forma de atender.”
Conte
o que está acontecendo.
A gente começa entendendo o desafio com você.
Caso
O projeto começou pela área
comercial.
A resposta atravessou toda a jornada do cliente.
Nos chamaram porque
A empresa queria implantar uma nova operação comercial, mas enfrentava resistência de práticas e costumes que estavam consolidados há décadas.
Mas, ao entrar na operação
Reorganizar apenas a equipe comercial seria pouco.
A experiência do cliente atravessava diferentes áreas, decisões e responsabilidades.
Melhorar o resultado comercial exigia olhar para essa jornada como um todo.
E o nó estava aqui
SDR, Comercial, Crédito e Pós-venda faziam parte da mesma experiência, com processos e informações pouco conectados.
Também faltava uma rotina que transformasse problemas do dia a dia em projetos de melhoria, e informação em decisão.
Então construímos
Em um workshop com as equipes, redesenhamos a jornada do cliente e transformamos os principais pontos em 9 projetos corporativos.
Quatro frentes começaram a evoluir simultaneamente — SDR, Comercial, Crédito e Pós-venda — com responsáveis, sponsors e uma rotina semanal de acompanhamento. À medida que os novos processos foram sendo construídos, os sistemas também passaram a ser conectados para sustentá-los.
E o que mudou foi
9
projetos corporativos nasceram do redesenho da jornada do cliente.
4
frentes evoluindo ao mesmo tempo: SDR, Comercial, Crédito e Pós-venda.
Melhoria contínua
na rotina, com as próprias equipes conduzindo e evoluindo os projetos.
Nova inteligência
para acompanhar controles, desempenho e tendências.
No fim, o que ficou
“Mais do que uma nova estrutura comercial, ficou uma forma diferente de enxergar a jornada do cliente: as equipes passaram a olhar para os problemas além das fronteiras de cada área e a evoluir seus próprios projetos.”
Conte
o que está acontecendo.
A gente começa entendendo o desafio com você.
Caso
O projeto começou pela escolha de um
sistema.
A transformação foi muito maior.
Nos chamaram porque
A empresa precisava escolher e implantar um sistema próprio de RH.
Mas a equipe interna ainda não conseguia oferecer à diretoria uma recomendação clara sobre qual solução contratar entre os diferentes fornecedores avaliados.
Mas, ao entrar na operação
O desafio era muito maior.
Antes de escolher a tecnologia, era preciso entender a operação.
E o nó estava aqui
Tecnologia, processos, dados, responsabilidades e capacidade das equipes precisavam mudar juntos.
Implantar um novo sistema sem trabalhar essas relações significaria levar processos fragmentados e dados despadronizados para uma plataforma nova. E havia uma transição delicada: o parceiro que concentrava grande parte da operação precisava apoiar uma implantação que daria mais autonomia às equipes internas.
Então construímos
Primeiro o desenho da operação atual e modelo do futuro, depois o sistema fez todo sentido.
Com o sistema escolhido, tratamos e padronizamos os dados, estruturamos processos, papéis e responsabilidades e preparamos a nova operação para gerar informações de gestão. Ao mesmo tempo, as equipes passaram a absorver gradualmente atividades antes terceirizadas, com uma equipe de projetos apoiando parametrizações, conferências e documentação.
E o que mudou foi
3 dias → 2 horas
tempo para calcular benefícios.
18%
de economia nos pagamentos de premiações, com mais controle sobre os critérios de apuração.
Fraudes identificadas
a partir da nova visibilidade sobre os processos e os dados.
Menos chamados
de suporte, mês a mês, à medida que as equipes ganharam domínio sobre o sistema.
No fim, o que ficou
“A empresa não ganhou apenas um novo sistema: ganhou dados organizados, processos padronizados, equipes com domínio sobre o que antes estava fora de casa.”
Conte
o que está acontecendo.
A gente começa entendendo o desafio com você.
Já estivemos dos dois lados da mesa:
Essa experiência nos ensinou que nenhuma transformação acontece só em processos, sistemas ou estruturas. Ela acontece também nas relações entre as pessoas que fazem tudo isso funcionar.
Conectar pontos, organizar complexidade e fazer a mudança acontecer.
Alê
Olha para conexões, estrutura, processos e decisões.
Publicitário de formação, passou 15 anos construindo e liderando uma agência de branding. Depois, como consultor e executivo, transitou por áreas muito diferentes e conduziu mais de 100 workshops de cocriação.
Foi dessa mistura que nasceu seu jeito de trabalhar: enxergar a empresa de forma ampla, conectar o que normalmente é tratado separadamente e transformar complexidade em soluções que as pessoas conseguem colocar em prática.
Na Norris, usa a cocriação não apenas para encontrar respostas melhores, mas para construir envolvimento desde o começo.
Entender o contexto é também entender as pessoas.
Tati
Olha com profundidade para pessoas, relações e contexto.
Iniciou e consolidou sua carreira em agências e na comunicação corporativa de empresas multinacionais. Com o tempo, percebeu que o escritório tinha ficado pequeno para aquilo que mais despertava sua curiosidade: as pessoas, as relações e o que acontece entre elas.
Esse interesse a levou à pós-graduação em Psicanálise e aprofundou um olhar que hoje é central no seu trabalho: perceber o que nem sempre está explícito, compreender os contextos que moldam comportamentos e enxergar as dinâmicas por trás dos problemas.
Na Norris, ajuda a entender o que precisa mudar não só nos processos e estruturas, mas também nas relações que fazem a transformação acontecer.
Mas, na prática, essas coisas nunca estão separadas.
Conte
o que está acontecendo.
A gente começa entendendo o desafio com você.
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Atualizada em 14/09/2026
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